Estas palavras são do poeta brasileiro. E, de fato, não há no mundo todo um país que possa ser comparado com o Brasil, com as riquezas que estão disseminadas e disponibilizadas em todo o seu território. Por isso mesmo, o Brasil é, sem dúvida, O PAÍS MAIS FÁCIL DE SER GOVERNADO do mundo! Contudo, tem sido, possivelmente, O MAIS MAU ADMINISTRADO até aqui. Para termos esta conclusão, é bastante compararmos o Brasil com os Estados Unidos, com o Canadá, as potências que são essas nações, muito mais avançadas e desenvolvidas, em condições muito mais desfavoráveis, com os mesmos anos de história que nós. Pense nisso quando for dar o seu voto...!!!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
DUAS AFIRMAÇÕES GENIAIS:
"Se a população toda da terra fosse consumista como os americanos, nem mesmo quatro planetas como o nosso seriam suficientes para satisfazer tal população. O nosso planeta está se exaurindo, principalmente, com a fabricação do superfluo descartável". (cientista em análise e prognósticos)
"A terra tem e gera recursos suficientes para o sustento de todos, se dela retirarmos, diariamente, apenas o que nos é necessário". (Gandi)
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
CATALOGADOS:
1. Quem ama o que faz, na verdade, não só trabalha; mas, está se divertindo o tempo todo.
2. Cada um pra si e, nesse orgulho e individualismo, Deus pra ninguém.
3. Toda lei objetiva somente funciona, de verdade, a partir do momento em que for subjetivada. No Brasil,
muitas das nossas leis só estão no papel, mas não no coração dos brasileiros.
4. Todos queremos liberdade; mas, esta só é proveitosa mesmo se acompanhada da responsabilidade.
LIMPEZA E CIVILIDADE
A civilidade de uma nação é demonstrada através de sua estrutura organizacional e, concomitantemente, pela limpeza pública. Há poucos dias, passamos em frente a uma universidade que promovia seu vestibular. Ficamos horrorizados com a quantidade de papéis espalhados pelo chão, em plena rua. Não era um subúrbio da cidade; era uma avenida, parte nobre.
Por que não ensinamos limpeza, higiene, nas escolas de todos os níveis, nos cursos técnicos, nas igrejas, nos clubes, nos sindicatos, nas associações de bairro, nos postos de saúde, nas clínicas, nos hospitais? Não seria isso saúde para todos e economia para o país? Por que não temos equipes indo aos bairros, às casas, ensinando as famílias a se precaverem das doenças, por meios profiláticos e de medidas básicas de saneamento?
Precisamos todos chamar à responsabilidade quem, porventura, esteja poluindo o ambiente ou uma via pública. Isso é inadimissível. Numa das ruas de Nova Iorque, uma brasileira desembrulhou um bombom e deixou que o papel caisse! Uma senhora americana, que vinha logo a seguir, pegou o envoltório caido e o devolveu à brasileira, dizendo-lhe delicadamente: "A senhora deixou cair o papel".
Por que não espalhamos, por todos os logradouros públicos, o conjunto dos cinco recepientes, para o recolhimento classificado de todo lixo gerado nesses lugares? Não seria prático se os fabricantes de qualquer produto colocassem, na própria embalagem, a indicação do destino a ser dado à embalagem e ao produto depois de utilizado? Não estaria na hora de exigir que quem fabrica um produto qualquer, garrafa, bateria, transformador, motor,computador, televisor, pneu, lâmpada, celular, que tal indústria fique encarregada de reciclar, reutilizando de alguma forma aquela mesma matéria-prima?
Está de parabéns a bela cidade paranaense de Cascavel e a Secretaria da Agricultura do Estado, que promovem, anualmente, uma grande e movimentada exposição agro-industrial, atraindo milhares de pessoas, e em toda a extensão desse local, não se vê um só papel de bala jogado ao chão!!! Isso nos anima e demonstra que, atingir essa meta, em todo território nacional, não está assim tão distante.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
REESTRUTURAÇÃO DO ESPAÇO-FÍSICO
Num primeiro momento, para uma verdadeira reestruturação do Brasil, precisamos estabelecer um planejamento para a utilização racional do espaço-físico, com mapeamento topográfico de todo o território nacional. Hoje, isso é perfeitamente possível, até com uma certa facilidade, posto que dispomos de satélites, GPS, helicópteros e computadores. Logicamente, acionando o exército, a marinha, a aeronáutica e as instituições que cuidam desses setores.
Tal planejamento deverá ser para uma reestruturação a ser implantada em 50 anos, de modo que as modificaçãoes sejam feitas ao longo desses anos, à proporção que o país caminha, com a sua capacidade natural de assimilação dessa nova disposição estrutural. Poder-se-ia criar uma instituição, um conselho gerenciador, ou até mesmo um ministério somente para cuidar dessa parte.
O espaço-físico brasileiro foi sendo utilizado até agora, no decurso desses 500 anos, de maneira desordenada e, hoje, apresenta-se como uma grande casa totalmente desarrumada. As cidades não obedecem a um planejamento sensatamente organizado e, o mais das vezes, crescem com as excrescências das favelas e as imposições dos interesses econômicos e imobiliários.
Nesse planejamento, deverão ser apontados, por meio de mapeamento global e detalhamento setorial bem elaborado, as terras disponíveis para a reforma agrária, as reservas indígenas, as florestas a serem conservadas, as extensões de pastagens e agricultáveis, as áreas urbanas e industriais, os espaços que deverão ser reflorestados, a localização das artérias, ou seja, os gráficos por onde deverão passar as auto-estradas e ferrovias - corredores que estarão escoando o progresso e vitalidade da nação.
Dentro desse planejamento geral, cada estado, cada região, cada município, terá sua responsabilidade e contribuição na execução do projeto, tendo em vista os objetivos estipulados. Assim sendo, em todo o território brasileiro, de Norte a Sul de Leste a Oeste, nos 8.500.000 quilômetros quadrados, todos os cidadãos terão ciência desse desafio e nada poderá ser implantado, senão, dentro dessa disposição. Dessa forma, o país todo se trasformará em um grande canteiro de obras.
As regiões descobertas, onde houve o desmatamento contínuo, deverão ser permeadas, de quando em quando, por meio de pequenos reflorestamentos, se possível com a vegetação própria do lugar. Os terrenos áridos, ressequidos, degradados, receberão tratamentos especializados e serão recobertos com vegetação adequada. Os debruns serranos e orla marítima deteriorados serão revitalizados de maneira racional. O Brasil tem, no seu litoral, uma fonte inesgotável de riqueza natural para ser sabiamente utilizada; porém, não poderá ser depredada como está sendo no momento. As praias deverão ser situadas em pontos estratégicos e receberem infra-estrutura suficiente e também condizente com sua localidade.
As universidades, os cientistas e pesquisadores, as emprezas e fundações, as instituições de modo geral, deverão ser convocadas para a formação de parcerias, num grande mutirão nacional, ajudando no comando desse grande desafio. Os bancos deverão contribuir com financiamentos de projetos que tornem viáveis as novas estruturas, no âmbito das construções, estradas e logística da produtividade, obedecendo os parâmetros pre-estabelecidos.
O mais importante de tudo isso é estabelecer uma nova cultura, uma mentalidade nova, uma filosofia de comportamento que se instale e possa mudar a mente e o coração do cidadão brasileiro. E, por esse caminho, o Brasil conquiste melhores condições e respeito, uma nova configuração mundial, deixando de ser integrante do terceiro mundo, para assumir a posição que lhe fica bem, qual seja, a de país modelo e celeiro do mundo. Para isso, só dependemos de uma administração sadia, inteligente e corajosa.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO E A PROLIFERAÇÃO DA PEDOFILIA
Sabemos que, para o surgimento de uma vida equilibrada, a criança deverá ser amada e respeitada, desde o momento em que é gerada, no ventre materno. E, na realidade, deverá ser sempre fruto do amor comprometido e não da irresponsabilidade.
Portanto, neste país dos descalabros, das funestas estatísticas, se tivermos o aborto legalizado, com base na "gravidez indesejada"(indesejada só na hora de assumir a responsabilidade), iremos multiplicar, em muito, os casos de pedofilia.
Disso, não tenhamos dúvida. Se a criança não é digna de todo carinho, repeito e consideração, enquanto está no ventre, por que o será depois de nascida?
Já temos, no Brasil, o preservativo como promotor da banalização do ato sexual, incentivado indiscriminadamente pelo governo. Se porventura houver a legalização do aborto e do infausto "casamento" de homossexuais, teremos os três ingredientes, infalíveis, para a autodestruição de uma sociedade organizada.
Com tudo isso que todos já sabemos, o que vale mesmo, no Brasil, é ter os votos na hora da eleição e permanecer no poder. Para tanto, vale tudo: os conchavos, a mudança repentina do discurso, o malabarismo político.
As leis... elas são sempre feitas para o contento da maioria, das massas, como forma de sempre conquistar votos e não para corrigir distorções sociais. Tanto isso é verdade que, os brasileiros, as empresas, via de regra, usam o político para defender seus "direitos"(e interesses). Agora, depois da revolução militar de 64, é praxe dizer-se: nós temos o direito de ir e vir está na nossa constituição.
Com isso, temos leis de todos os matizes, para todos os gostos. Mas, o que nos falta mesmo, é coração que seja capaz de abrigar a lei do amor responsável, comprometido, bem como os valores eternos e absolutos, sem os quais tudo fica relativizado. Andando sempre por esse caminho, continuaremos sendo terceiro mundo, pobres de alma e de espírito, em cima das terras mais ricas do mundo!
sábado, 9 de outubro de 2010
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