segunda-feira, 15 de novembro de 2010
SOMOS UMA REPÚBLICA
Isso significa que o Brasil é governado pelo sistema de gerenciamento republicano; isto é, que de tempos em tempos (quatro em quatro anos), o povo brasileiro vai às urnas e dá o seu voto para a escolha dos seus governantes, sejam eles municipais, estaduais, ou federais. O ideal seria que fóssemos uma REPÚBLICA DEMOCRÁTICA de verdade; mas, estamos longe disso. Devemos marchar nessa direção, porque, a bem da verdade, o que temos hoje, é apenas uma oligarquia - predomínio de alguns privilegiados. Se, no momento das eleições, ganham os candidatos que mais injetam dinheiro em suas campanhas, ou que são financiados por empresas economicamente poderosas (porque há interesses subliminares - e é o que tem acontecido neste país), então não temos democracia de verdade. A mais expressiva república democrática do mundo está hoje na Suíça, onde o povo vota não apenas os seus representantes, mas, também, as obras (caras, não rotineiras) que verdadeiramente deverão ser executadas. Lá o ditado "Vox populi, vox Dei" é um pouco menos absurdo do que comumente é. Reflita nestas colocações!!!
domingo, 14 de novembro de 2010
AGUARDE
ESTAMOS PREPARANDO NOSSA COLOCAÇÃO SOBRE A ESPERADA REFORMA AGRÁRIA.
TÍTULO: "A VERDADEIRA REFORMA AGRÁRIA".
TÍTULO: "A VERDADEIRA REFORMA AGRÁRIA".
sábado, 13 de novembro de 2010
REAÇÕES INCONSEQUENTES
O presidente Lula, quando questionado sobre as irregularidades da prova do enem, quis minimizar o impasse, dizendo simplesmente: "se preciso, faremos outras provas, duas, três, quantas forem necessárias". Como se isso fosse coisa banal e de somenos. Quando perguntado sobre o desfalque no Banco Panamericano, de 2,5 bilhões de reais, disse que nada tinha a ver com essa problemática, nem mesmo destacando a decisão admirável do senhor Silvio Santos que, sendo participante do patrimônio do banco, disponibilizou as suas empresas como garantia, a fim de que não haja prejuízo a nenhum dos credores. Uma atitude como essa não é comum no Brasil; portanto, caberia da parte do presidente, uma palavra de apreciação e louvor; assim como, com relação ao enem, uma palavra enérgica, de quem tem o poder em suas mãos, para que irresponsabilidades como essa, sejam eliminadas de vez. O Brasil (povo e governo) tem que mudar suas atitudes com relação ao que é justo e o que é injusto. Quem não odeia a iniquidade também não ama a justiça ...!!! Essa iniciativa deverá ser comandada pelos mandatários da nação.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
ENEM COM SUA PROVA ESTAPAFÚRDIA
Enem - essa brilhante idéia que deveria ajudar muitos estudantes, sobre tudo os mais carentes, já se apresenta manchada com a politicalha iníqua que pervade a nação inteira. No ano passado, a prova do enem foi sabotada de maneira sórdida e absurda; este ano, esperava-se um esforço concentrado, para que tudo desse certo. Todavia, a prova deste ano foi mais que uma embromação, sem explicações até agora. Com tudo isso, os culpados não são identificados, muito menos punidos e, assim, as instituições e o ensino patentemente ridicularizados. Consequentemente, ficamos alarmados quando vemos que o nosso ensino não é eficiente, e que a grande maioria dos concrudentes de cursos superiores não se acha preparada, como devería, para o exercício de sua carreira. Vemos isso, com muita clareza, na sociedade brasileira; mas, parece que essa situação tem sido encarada como um inevitável imperativo, coisa dos dias atuais. Quando será que vamos acordar desse nosso entorpecimento e insensibilidade, e vamos voltar ao que já tivemos no passado em termos de qualidade do ensino? Em 1940 a 1950, quem concluisse o curso chamado de "normal" (que correspondia, naquele tempo, a um curso médio), para ser professor do curso básico, trazia consigo uma bagagem sólida da língua portuguesa, latim, matemática, ciência, história e geografia. Era visível a capacidade de um desses professores e impressionante a firmesa em conhecimentos de quem fazia um curso superior. O que será que aconteceu conosco? Regredimos???
Como se não bastasse os problemas do enem, temos notícias de que livros didáticos, que deveriam ser distribuidos às escolas da rede pública, foram impressos com crassos erros de português e informações imprecisas nas áreas de exatas. Tais livros se mostram inutilizáveis, não obstante tenham custado grande soma aos cofres públicos. Esses são alguns dos absurdos que ocorrem na administração atual no Brasil. E, logicamente, essas informações correm celeremente o mundo globalizado. Dessa forma, como sair da condição de terceiro mundo? Como obter uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU? Jamais estaremos entre o fulgor das estrelas, se não entendemos nem mesmo de vagalumes.
Como se não bastasse os problemas do enem, temos notícias de que livros didáticos, que deveriam ser distribuidos às escolas da rede pública, foram impressos com crassos erros de português e informações imprecisas nas áreas de exatas. Tais livros se mostram inutilizáveis, não obstante tenham custado grande soma aos cofres públicos. Esses são alguns dos absurdos que ocorrem na administração atual no Brasil. E, logicamente, essas informações correm celeremente o mundo globalizado. Dessa forma, como sair da condição de terceiro mundo? Como obter uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU? Jamais estaremos entre o fulgor das estrelas, se não entendemos nem mesmo de vagalumes.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
CASA ECOLÓGICA
SUGESTÃO:
Seria fundamental, se o governo brasileiro pensasse em oferecer aos seus cidadãos um modelo de casa ecológica, para que venhamos diminuir nossa agressividade contra as leis da natureza. Tal casa seria:
1. Feita de um material bem escolhido, se possível reciclado; porém, resistente e prático com relação a mão-de-obra.
2. Com iluminação natural, solar (com clareamento interno direto e indireto), oferecendo economia no consumo de energia.
3. Consumindo energia solar ou eólica para a iluminação, aquecimento de água, e a preparação dos alimentos no forno e fogão.
4. Canalização da água da chuva para um reservatório fechado, a qual poderá ser utilizada na lavagem das roupas e limpeza da casa. A água potável serviria apenas para o cozimento dos alimentos e para ser ingerida.
5. Essa casa teria financiamento especial do governo e isenção de impostos por alguns anos. O projeto poderia ser resultante de um concurso no meio universitário, promovido e patrocinado pelo governo, para ser desenvolvido pelos estudantes de arquitetura e seus professores. O Brasil precisa de inovações inteligentes e práticas, principalmente na área das construções.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
ACHAMOS UM HOMEM
Barack Obama admitiu publicamente, diante dos seus compatriotas americanos e do mundo todo, que seu governo não tem sido eficiente para solucionar o problema econômico dos Estados Unidos, conforme prometera. Que maravilha!!! Achamos um homem...! Um homem capaz de admitir o seu erro; porque, o que é comum, comum demais, é dizer com todo cinismo (diante do óbvio) que não tem culpa, que está sendo objeto de perseguição, que vai provar o contrário, que não sabe de nada, como, no geral, fazem os políticos brasileiros. Para seguir o caminho da retitude, isto é, ir em linha reta e confessar simplesmente que errou, é preciso ter coragem e Obama teve! Portanto, apaguem a lanterna do Diógenes, achamos um homem! Um homem que é capaz de confessar (sem rodeios e sem evasivas) o seu próprio erro. Isso, no Brasil, criaria um novo cenário político e seria um grande alívio para a polícia federal.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA
Numa viagem que fizemos recentemente, ficamos a observar as cidades pelas quais passávamos. Algumas, sabíamos que eram cidades importantes, grandes e bonitas na sua parte central; mas, a periferia...!!! Uma verdadeira lástima! Além das favelas disformes, lixo por todos os lados, terrenos baldios cheios de caliça, entulho, pneus velhos, cacarecos permeados de quiçaça, os ferros-velhos, as borracharias, os quiosques sem o mínimo de uma disposição planejada e agradável. Prefeito, saia pelo menos um pouco do seu gabinete, pegue seu carro e de uma volta no arrabalde de sua cidade. Veja como está a periferia, os acessos à sua cidade, para que quem nela chega, ou passa por ela, tenha sempre uma boa-impressão do lugar. Porque, a primeira impressão é a que fica. Não tenha dúvida disso!
PLANEJAMENTO
O Brasil precisa planejar o seu futuro, pelo menos para os próximos 50 anos. Quem não estabelece direcionamento para sua caminhada, meta a ser colimada, propósito a ser atingido, não sabe aonde quer chegar. Esse deveria ser o primeiro trabalho da nova equipe de governo que tomará posse em janeiro próximo. Há de mister que um conselho diretor seja responsabilizado para forjar e fiscalizar esse planejamento, não permitindo transtornos de percurso, ao mesmo tempo fazendo os ajustes necessários ao longo dessa caminhada. Isso deverá ser uma bandeira tremulando acima dos interesses particulares de partidos ou agremiações, bem como dos governantes, na continuidade administrativa. Já possuimos uma bandeira e nela está nossa divisa maior: "ORDEM E PROGRESSO"; mas, na contingência em que nos encontramos, precisamos encarecidamente, de um trabalho específico para um ajustamento conjuntural. Para isso, seria de grande sabedoria se Dilma Rousseff e seus ministros convocassem representantes dos diversos seguimentos da sociedade, para alguns dias de debate em Brasília, sobre as priorizações nesse planejamento e os indicativos para o seu conselho diretor. Aqui está o germe, o embrião, do que poderá ser uma grande idéia.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
ESCRAVIDÃO, NUNCA MAIS! SERÁ?
A lei áurea, que libertava os escravos no Brasil, foi sancionada pela princesa Isabel (quando exercia a regência do império), no dia 13 de maio de 1888. No momento em que a princesa assinava o documento, pétalas de rosa foram jogadas sobre ela, acompanhadas de fervorosos aplausos da multidão.
O embaixador americano, presente à cerimônia, falou em nome de sua pátria e disse que o Brasil lhe causava grande admiração, porque conseguia com flores o que seu país somente conseguira com sangue!
Foi tão bom esse exemplo brasileiro! Mas, será que estamos livres da escravidão? E o domínio das drogas que escravisam jovens, do tráfico de entorpecentes que impõe condições aos transeuntes, das quadrilhas que assaltam bancos e humilham cidadãos, dos marginais que sequestram, invadem casas, e constrangem até aos extremos pessoas inocentes? E os sequestradores que torturam em cativeiros pessoas, que nunca prejudicaram ninguém, fazendo-as traumatizadas, com estresse pós-traumático para o resto da vida? Não estamos diante de um intragável cativeiro pior até do que aquele do qual ficamos livres?
O que dizer, também, da pobreza absoluta que deprime e marginaliza, vitimando milhões de brasileiros? E a prostituição que faz da sempre bela mulher brasileira uma mercadoria a ser vendida aos "turistas estrangeiros", desde as passarelas do samba aos moteis e protíbulos. Isso tudo, para não dizermos do trabalho quase servil que brasileiros realizam em países do primeiro mundo, porque para eles, em dado momento, a pátria deixou de ser a "mãe gentil".
Naqueles dias de nefasta escravidão, para aqui eram trazidos infelizes africanos, os quais eram enganados com promessas fantasiosas, para depois encurralá-los nas mais desqualificadas condições. Será que não estamos repetindo essa história, quando em cada momente de eleição temos enésimas promessas e, depois, as frustrações, desilusões e a dura realidade de sempre? Será que temos vantagens, se confrontarmos o Brasil de hoje com o que tínhamos no militarismo? É fato que havia perseguição aos que se diziam comunistas, ou que assumiam posições extremadas na política; mas aonde está a segurança que tínhamos, as boas estradas não pedageadas, o crescimento da indústria nascional?
Precisamos de um Brasil novo, reestruturado em novos parâmetros, com reformas completas das instituições, com respeito às leis da natureza, replanejamento no uso do espaço-físico, medernização das estradas, vias públicas, uso de energia limpa (solar, eólica ), atualização e adequamento da indústria; mas, sobretudo, precisamos que esta nação se revista de dignidade, por meio do respeiro e consideração à vida humana, sem distinção nem compadrismo. Analise isto!!!
O embaixador americano, presente à cerimônia, falou em nome de sua pátria e disse que o Brasil lhe causava grande admiração, porque conseguia com flores o que seu país somente conseguira com sangue!
Foi tão bom esse exemplo brasileiro! Mas, será que estamos livres da escravidão? E o domínio das drogas que escravisam jovens, do tráfico de entorpecentes que impõe condições aos transeuntes, das quadrilhas que assaltam bancos e humilham cidadãos, dos marginais que sequestram, invadem casas, e constrangem até aos extremos pessoas inocentes? E os sequestradores que torturam em cativeiros pessoas, que nunca prejudicaram ninguém, fazendo-as traumatizadas, com estresse pós-traumático para o resto da vida? Não estamos diante de um intragável cativeiro pior até do que aquele do qual ficamos livres?
O que dizer, também, da pobreza absoluta que deprime e marginaliza, vitimando milhões de brasileiros? E a prostituição que faz da sempre bela mulher brasileira uma mercadoria a ser vendida aos "turistas estrangeiros", desde as passarelas do samba aos moteis e protíbulos. Isso tudo, para não dizermos do trabalho quase servil que brasileiros realizam em países do primeiro mundo, porque para eles, em dado momento, a pátria deixou de ser a "mãe gentil".
Naqueles dias de nefasta escravidão, para aqui eram trazidos infelizes africanos, os quais eram enganados com promessas fantasiosas, para depois encurralá-los nas mais desqualificadas condições. Será que não estamos repetindo essa história, quando em cada momente de eleição temos enésimas promessas e, depois, as frustrações, desilusões e a dura realidade de sempre? Será que temos vantagens, se confrontarmos o Brasil de hoje com o que tínhamos no militarismo? É fato que havia perseguição aos que se diziam comunistas, ou que assumiam posições extremadas na política; mas aonde está a segurança que tínhamos, as boas estradas não pedageadas, o crescimento da indústria nascional?
Precisamos de um Brasil novo, reestruturado em novos parâmetros, com reformas completas das instituições, com respeito às leis da natureza, replanejamento no uso do espaço-físico, medernização das estradas, vias públicas, uso de energia limpa (solar, eólica ), atualização e adequamento da indústria; mas, sobretudo, precisamos que esta nação se revista de dignidade, por meio do respeiro e consideração à vida humana, sem distinção nem compadrismo. Analise isto!!!
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