terça-feira, 14 de dezembro de 2010

DEPOIMENTO E DECEPÇÃO

"Moro em Lyon, na França. Aqui, sinto-me segura, meus filhos estão na escola, há infra-estrutura, bom transporte urbano, policiamento, limpeza e tantas outras caisas. Não sinto saudade do Brasil, só uma grande decepção com um país que poderia dar oportunidade a todos; todavia, ao invés disso, trata os seus cidadãos de maneira cruel, com violência e corrupção". (Ana Villiger)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

SOMOS UMA REPÚBLICA

Isso significa que o Brasil é governado pelo sistema de gerenciamento republicano; isto é, que de tempos em tempos (quatro em quatro anos), o povo brasileiro vai às urnas e dá o seu voto para a escolha dos seus governantes, sejam eles municipais, estaduais, ou federais. O ideal seria que fóssemos uma REPÚBLICA DEMOCRÁTICA de verdade; mas, estamos longe disso. Devemos marchar nessa direção, porque, a bem da verdade, o que temos hoje, é apenas uma oligarquia - predomínio de alguns privilegiados. Se, no momento das eleições, ganham os candidatos que mais injetam dinheiro em suas campanhas, ou que são financiados por empresas economicamente poderosas (porque há interesses subliminares - e é o que tem acontecido neste país), então não temos democracia de verdade. A mais expressiva república democrática do mundo está hoje na Suíça, onde o povo vota não apenas os seus representantes, mas, também, as obras (caras, não rotineiras) que verdadeiramente deverão ser executadas. Lá o ditado "Vox populi, vox Dei" é um pouco menos absurdo do que comumente é. Reflita nestas colocações!!!

domingo, 14 de novembro de 2010

AGUARDE

ESTAMOS PREPARANDO NOSSA COLOCAÇÃO SOBRE A ESPERADA REFORMA AGRÁRIA.
TÍTULO: "A VERDADEIRA REFORMA AGRÁRIA".

sábado, 13 de novembro de 2010

REAÇÕES INCONSEQUENTES

O presidente Lula, quando questionado sobre as irregularidades da prova do enem, quis minimizar o impasse, dizendo simplesmente: "se preciso,  faremos outras provas, duas, três, quantas forem necessárias". Como se isso fosse coisa banal e de somenos. Quando perguntado sobre o desfalque no Banco Panamericano, de 2,5 bilhões de reais, disse que nada tinha a ver com essa problemática, nem mesmo destacando a decisão admirável do senhor Silvio Santos que, sendo participante do patrimônio do banco, disponibilizou as suas empresas como garantia, a fim de que não haja prejuízo a nenhum dos credores. Uma atitude como essa não é comum no Brasil; portanto, caberia da parte do presidente, uma palavra de apreciação e louvor; assim como, com relação ao enem, uma palavra enérgica, de quem tem o poder em suas mãos, para que irresponsabilidades como essa, sejam eliminadas de vez. O Brasil (povo e governo) tem que mudar suas atitudes com relação ao que é justo e o que é injusto. Quem não odeia a iniquidade também não ama a justiça ...!!! Essa iniciativa deverá ser comandada pelos mandatários da nação.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

ENEM COM SUA PROVA ESTAPAFÚRDIA

Enem - essa brilhante idéia que deveria ajudar muitos estudantes, sobre tudo os mais carentes, já se apresenta manchada com a politicalha iníqua que pervade a nação inteira. No ano passado, a prova do enem foi sabotada de maneira sórdida e absurda; este ano, esperava-se um esforço concentrado, para que tudo desse certo. Todavia, a prova deste ano foi mais que uma embromação, sem explicações até agora. Com tudo isso, os culpados não são identificados, muito menos punidos e, assim, as instituições e o ensino patentemente ridicularizados. Consequentemente, ficamos alarmados quando vemos que o nosso ensino não é eficiente, e que a grande maioria dos concrudentes de cursos superiores não se acha preparada, como devería, para o exercício de sua carreira. Vemos isso, com muita clareza, na sociedade brasileira; mas, parece que essa situação tem sido encarada como um inevitável imperativo, coisa dos dias atuais. Quando será que vamos acordar desse nosso entorpecimento e insensibilidade, e vamos voltar ao que já tivemos no passado em termos de qualidade do ensino? Em 1940 a 1950, quem concluisse o curso chamado de "normal" (que correspondia, naquele tempo, a um curso médio), para ser professor do curso básico, trazia consigo uma bagagem sólida da língua portuguesa, latim, matemática, ciência, história e geografia. Era visível a capacidade  de um desses professores e impressionante a firmesa em conhecimentos de quem fazia um curso superior. O que será que aconteceu conosco? Regredimos???
Como se não bastasse os problemas do enem, temos notícias de que livros didáticos, que deveriam ser distribuidos às escolas da rede pública, foram impressos com crassos erros de português e informações imprecisas nas áreas de exatas. Tais livros se mostram inutilizáveis, não obstante tenham custado grande soma aos cofres públicos. Esses são alguns dos absurdos que ocorrem na administração atual no Brasil. E, logicamente, essas informações correm celeremente o mundo globalizado. Dessa forma, como sair da condição de terceiro mundo? Como obter uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU? Jamais estaremos entre o fulgor das estrelas, se não entendemos nem mesmo de vagalumes.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CASA ECOLÓGICA


SUGESTÃO:
Seria fundamental, se o governo brasileiro pensasse em oferecer aos seus cidadãos um modelo de casa ecológica, para que venhamos diminuir nossa agressividade contra as leis da natureza. Tal casa seria:
1. Feita de um material bem escolhido, se possível reciclado; porém, resistente e prático com relação a mão-de-obra.
2. Com iluminação natural, solar (com clareamento interno direto e indireto), oferecendo economia no consumo de energia.
3. Consumindo energia solar ou eólica para a iluminação, aquecimento de água, e a preparação dos alimentos no forno e fogão.
4. Canalização da água da chuva para um reservatório fechado, a qual poderá ser utilizada na lavagem das roupas e limpeza da casa. A água potável serviria apenas para o cozimento dos alimentos e para ser ingerida.
5. Essa casa teria financiamento especial do governo e isenção de impostos por alguns anos. O projeto poderia ser resultante de um concurso no meio universitário, promovido e patrocinado pelo governo, para ser desenvolvido pelos estudantes de arquitetura e seus professores. O Brasil precisa de inovações inteligentes e práticas, principalmente na área das construções.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ACHAMOS UM HOMEM


Barack Obama admitiu publicamente, diante dos seus compatriotas americanos e do mundo todo, que seu governo não tem sido eficiente para solucionar o problema econômico dos Estados Unidos, conforme prometera. Que maravilha!!! Achamos um homem...! Um homem capaz de admitir o seu erro; porque, o que é comum, comum demais, é  dizer com todo cinismo (diante do óbvio) que não tem culpa, que está sendo objeto de perseguição, que vai provar o contrário, que não sabe de nada, como, no geral, fazem os políticos brasileiros. Para seguir o caminho da retitude, isto é, ir em linha reta e confessar simplesmente que errou, é preciso ter coragem e Obama teve! Portanto, apaguem a lanterna do Diógenes, achamos um homem! Um homem que é capaz de confessar (sem rodeios e sem evasivas) o seu próprio erro. Isso, no Brasil, criaria um novo cenário político e seria um grande alívio para a polícia federal.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA


Numa viagem que fizemos recentemente, ficamos a observar as cidades pelas quais passávamos. Algumas, sabíamos que eram cidades importantes, grandes e bonitas na sua parte central; mas, a periferia...!!! Uma verdadeira lástima! Além das favelas disformes, lixo por todos os lados, terrenos baldios cheios de caliça, entulho, pneus velhos, cacarecos permeados de quiçaça, os ferros-velhos, as borracharias, os quiosques sem o mínimo de uma disposição planejada e agradável. Prefeito, saia pelo menos um pouco do seu gabinete, pegue seu carro e de uma volta no arrabalde de sua cidade. Veja como está a periferia, os acessos à sua cidade, para que quem nela chega, ou passa por ela, tenha sempre uma boa-impressão do lugar. Porque, a primeira impressão é a que fica. Não tenha dúvida disso!

PLANEJAMENTO

O Brasil precisa planejar o seu futuro, pelo menos para os próximos 50 anos. Quem não estabelece direcionamento para sua caminhada, meta a ser colimada, propósito a ser atingido, não sabe aonde quer chegar. Esse deveria ser o primeiro trabalho da nova equipe de governo que tomará posse em janeiro próximo. Há de mister que um conselho diretor seja responsabilizado para forjar e fiscalizar esse planejamento, não permitindo transtornos de percurso, ao mesmo tempo fazendo os ajustes necessários ao longo dessa caminhada. Isso deverá ser uma bandeira tremulando acima dos interesses particulares de partidos ou agremiações, bem como dos governantes, na continuidade administrativa. Já possuimos uma bandeira e nela está nossa divisa maior: "ORDEM E PROGRESSO"; mas, na contingência em que nos encontramos, precisamos encarecidamente, de um trabalho específico para um ajustamento conjuntural. Para isso, seria de grande sabedoria se Dilma Rousseff e seus ministros convocassem representantes dos diversos seguimentos da sociedade, para alguns dias de debate em Brasília, sobre as priorizações nesse planejamento e os indicativos para o seu conselho diretor. Aqui está o germe, o embrião, do que poderá ser uma grande idéia.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

ESCRAVIDÃO, NUNCA MAIS! SERÁ?

          A lei áurea, que libertava os escravos no Brasil, foi sancionada pela princesa Isabel (quando exercia a regência do império), no dia 13 de maio de 1888. No momento em que a princesa assinava o documento, pétalas de rosa foram jogadas sobre ela, acompanhadas de fervorosos aplausos da multidão.
          O embaixador americano, presente à cerimônia, falou em nome de sua pátria e disse que o Brasil lhe causava grande admiração, porque conseguia com flores o que seu país somente conseguira com sangue!
          Foi tão bom esse exemplo brasileiro! Mas, será que estamos livres da escravidão? E o domínio das drogas que escravisam jovens, do tráfico de entorpecentes que impõe condições aos transeuntes, das quadrilhas que assaltam bancos e humilham cidadãos, dos marginais que sequestram, invadem casas, e constrangem até aos extremos pessoas inocentes? E os sequestradores que torturam em cativeiros pessoas, que nunca prejudicaram ninguém, fazendo-as traumatizadas, com estresse pós-traumático para o resto da vida? Não estamos diante de um intragável cativeiro pior até do que aquele do qual ficamos livres?
          O que dizer, também, da pobreza absoluta que deprime e marginaliza, vitimando milhões de brasileiros? E a prostituição que faz da sempre bela mulher brasileira uma mercadoria a ser vendida aos "turistas estrangeiros", desde as passarelas do samba aos moteis e protíbulos. Isso tudo, para não dizermos do trabalho quase servil que brasileiros realizam em países do primeiro mundo, porque para eles, em dado momento, a pátria deixou de ser a "mãe gentil".
          Naqueles dias de nefasta escravidão, para aqui eram trazidos infelizes africanos, os quais eram enganados com promessas fantasiosas, para depois encurralá-los nas mais desqualificadas condições. Será que não estamos repetindo essa história, quando em cada momente de eleição temos enésimas promessas e, depois, as frustrações, desilusões e a dura realidade de sempre? Será que temos vantagens, se confrontarmos o Brasil de hoje com o que tínhamos no militarismo? É fato que havia perseguição aos que se diziam comunistas, ou que assumiam posições extremadas na política; mas aonde está a segurança que tínhamos, as boas estradas não pedageadas, o crescimento da indústria nascional?
          Precisamos de um Brasil novo, reestruturado em novos parâmetros, com reformas completas das instituições, com respeito às leis da natureza, replanejamento no uso do espaço-físico, medernização das estradas, vias públicas, uso de energia limpa (solar, eólica ), atualização e adequamento da indústria; mas, sobretudo, precisamos que esta nação se revista de dignidade, por meio do respeiro e consideração à vida humana, sem distinção nem compadrismo. Analise isto!!!
         

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

NÃO HÁ PAÍS NENHUM COMO ESTE


Estas palavras são do poeta brasileiro. E, de fato, não há no mundo todo um país que possa ser comparado com o Brasil, com as riquezas que estão disseminadas e disponibilizadas em todo o seu território. Por isso mesmo, o Brasil é, sem dúvida, O PAÍS MAIS FÁCIL DE SER GOVERNADO do mundo! Contudo, tem sido, possivelmente, O MAIS MAU ADMINISTRADO até aqui. Para termos esta conclusão, é bastante compararmos o Brasil com os Estados Unidos, com o Canadá, as potências que são essas nações, muito mais avançadas e desenvolvidas, em condições muito mais desfavoráveis, com os mesmos anos de história que nós. Pense nisso quando for dar o seu voto...!!!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

DUAS AFIRMAÇÕES GENIAIS:


"Se a população toda da terra fosse consumista como os americanos, nem mesmo quatro planetas como o nosso seriam suficientes para satisfazer tal população. O nosso planeta está se exaurindo, principalmente, com a fabricação do superfluo descartável". (cientista em análise e prognósticos)
"A terra tem e gera recursos suficientes para o sustento de todos, se dela retirarmos, diariamente, apenas o que nos é necessário". (Gandi)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CATALOGADOS:


1. Quem ama o que faz, na verdade, não só trabalha; mas, está se divertindo o tempo todo.
2. Cada um pra si e, nesse orgulho e individualismo, Deus pra ninguém.
3. Toda lei objetiva somente funciona, de verdade, a partir do momento em que for subjetivada. No Brasil,
muitas das nossas leis só estão no papel, mas não no coração dos brasileiros.
4. Todos queremos liberdade; mas, esta só é proveitosa mesmo se acompanhada da responsabilidade.

LIMPEZA E CIVILIDADE

         
          A civilidade de uma nação é demonstrada através de sua estrutura organizacional e, concomitantemente, pela limpeza pública. Há poucos dias, passamos em frente a uma universidade que promovia seu vestibular. Ficamos horrorizados com a quantidade de papéis espalhados pelo chão, em plena rua. Não era um subúrbio da cidade; era uma avenida, parte nobre.
          Por que não ensinamos limpeza, higiene, nas escolas de todos os níveis, nos cursos técnicos, nas igrejas, nos clubes, nos sindicatos, nas associações de bairro, nos postos de saúde, nas clínicas, nos hospitais? Não seria isso saúde para todos e economia para o país? Por que não temos equipes indo aos bairros, às casas, ensinando as famílias a se precaverem das doenças, por meios profiláticos e de medidas básicas de saneamento?
          Precisamos todos chamar à responsabilidade quem, porventura, esteja poluindo o ambiente ou uma via pública. Isso é inadimissível. Numa das ruas de Nova Iorque, uma brasileira desembrulhou um bombom e deixou que o papel caisse! Uma senhora americana, que vinha logo a seguir, pegou o envoltório caido e o devolveu à brasileira, dizendo-lhe delicadamente: "A senhora deixou cair o papel".
          Por que não espalhamos, por todos os logradouros públicos, o conjunto dos cinco recepientes, para o recolhimento classificado de todo lixo gerado nesses lugares? Não seria prático se os fabricantes de qualquer produto colocassem, na própria embalagem, a indicação do destino a ser dado à embalagem e ao produto depois de utilizado? Não estaria na hora de exigir que quem fabrica um produto qualquer, garrafa, bateria, transformador, motor,computador, televisor, pneu, lâmpada, celular, que tal indústria fique encarregada de reciclar, reutilizando de alguma forma aquela mesma matéria-prima?
          Está de parabéns a bela cidade paranaense de Cascavel e a Secretaria da Agricultura do Estado, que promovem, anualmente, uma grande e movimentada exposição agro-industrial, atraindo milhares de pessoas, e em toda a extensão desse local, não se vê um só papel de bala jogado ao chão!!! Isso nos anima e demonstra que, atingir essa meta, em todo território nacional, não está assim tão distante.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

REESTRUTURAÇÃO DO ESPAÇO-FÍSICO

          Num primeiro momento, para uma verdadeira reestruturação do Brasil, precisamos estabelecer um planejamento para a utilização racional do espaço-físico, com mapeamento topográfico de todo o território nacional. Hoje, isso é perfeitamente possível, até com uma certa facilidade, posto que dispomos de satélites, GPS, helicópteros e computadores. Logicamente, acionando o exército, a marinha, a aeronáutica e as instituições que cuidam desses setores.
          Tal planejamento deverá ser para uma reestruturação a ser implantada em 50 anos, de modo que as modificaçãoes sejam feitas ao longo desses anos, à proporção que o país caminha, com a sua capacidade natural de assimilação dessa nova disposição estrutural. Poder-se-ia criar uma instituição, um conselho gerenciador, ou até mesmo um ministério somente para cuidar dessa parte.
          O espaço-físico brasileiro foi sendo utilizado até agora, no decurso desses 500 anos, de maneira desordenada e, hoje, apresenta-se como uma grande casa totalmente desarrumada. As cidades não obedecem a um planejamento sensatamente organizado e, o mais das vezes, crescem com as excrescências das favelas e as imposições dos interesses econômicos e imobiliários.
          Nesse planejamento, deverão ser apontados, por meio de mapeamento global e detalhamento setorial bem elaborado, as terras disponíveis para a reforma agrária, as reservas indígenas, as florestas a serem conservadas, as extensões de pastagens e agricultáveis, as áreas urbanas e industriais, os espaços que deverão ser reflorestados, a localização das artérias, ou seja, os gráficos por onde deverão passar as auto-estradas e ferrovias - corredores que estarão escoando o progresso e vitalidade da nação.
          Dentro desse planejamento geral, cada estado, cada região, cada município, terá sua responsabilidade e contribuição na execução do projeto, tendo em vista os objetivos estipulados. Assim sendo, em todo o território brasileiro, de Norte a Sul de Leste a Oeste, nos 8.500.000 quilômetros quadrados, todos os cidadãos terão ciência desse desafio e nada poderá ser implantado, senão, dentro dessa disposição. Dessa forma, o país todo se trasformará em um grande canteiro de obras.
          As regiões descobertas, onde houve o desmatamento contínuo, deverão ser permeadas, de quando em quando, por meio de pequenos reflorestamentos, se possível com a vegetação própria do lugar. Os terrenos áridos, ressequidos, degradados, receberão tratamentos especializados e serão recobertos com vegetação adequada. Os debruns serranos e orla marítima deteriorados serão revitalizados de maneira racional. O Brasil tem, no seu litoral, uma fonte inesgotável de riqueza natural para ser sabiamente utilizada; porém, não poderá ser depredada como está sendo no momento. As praias deverão ser situadas em pontos estratégicos e receberem infra-estrutura suficiente e também condizente com sua localidade.
          As universidades, os cientistas e pesquisadores, as emprezas e fundações, as instituições de modo geral, deverão ser convocadas para a formação de parcerias, num grande mutirão nacional, ajudando no comando desse grande desafio. Os bancos deverão contribuir com financiamentos de projetos que tornem viáveis as novas estruturas, no âmbito das construções, estradas e logística da produtividade, obedecendo os parâmetros pre-estabelecidos.
          O mais importante de tudo isso é estabelecer uma nova cultura, uma mentalidade nova, uma filosofia de comportamento que se instale e possa mudar a  mente e o coração do cidadão brasileiro. E, por esse caminho, o Brasil conquiste melhores condições e respeito, uma nova configuração mundial, deixando de ser integrante do terceiro mundo, para assumir a posição que lhe fica bem, qual seja, a de país modelo e celeiro do mundo. Para isso, só dependemos de uma administração sadia, inteligente e corajosa.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO E A PROLIFERAÇÃO DA PEDOFILIA


Sabemos que, para o surgimento de uma vida equilibrada, a criança deverá ser amada e respeitada, desde o momento em que é gerada, no ventre materno. E, na realidade, deverá ser sempre fruto do amor comprometido e não da irresponsabilidade.
Portanto, neste país dos descalabros, das funestas estatísticas, se tivermos o aborto legalizado, com base na "gravidez indesejada"(indesejada só na hora de assumir a responsabilidade), iremos multiplicar, em muito, os casos de pedofilia.
Disso, não tenhamos dúvida. Se a criança não é digna de todo carinho, repeito e consideração, enquanto está no ventre, por que o será depois de nascida?
Já temos, no Brasil, o preservativo como promotor da banalização do ato sexual, incentivado indiscriminadamente pelo governo. Se porventura houver a legalização do aborto e do infausto "casamento" de homossexuais, teremos os três ingredientes, infalíveis, para a autodestruição de uma sociedade organizada.
Com tudo isso que todos já sabemos, o que vale mesmo, no Brasil, é ter os votos na hora da eleição e permanecer no poder. Para tanto, vale tudo: os conchavos, a mudança repentina do discurso, o malabarismo político.
As leis... elas são sempre feitas para o contento da maioria, das massas, como forma de sempre conquistar votos e não para corrigir distorções sociais. Tanto isso é verdade que, os brasileiros, as empresas, via de regra, usam o político para defender seus "direitos"(e interesses). Agora, depois da revolução militar de 64, é praxe dizer-se: nós temos o direito de ir e vir está na nossa constituição.
Com isso, temos leis de todos os matizes, para todos os gostos. Mas, o que nos falta mesmo, é coração que seja capaz de abrigar a lei do amor responsável, comprometido, bem como os valores eternos e absolutos, sem os quais tudo fica relativizado. Andando sempre por esse caminho, continuaremos sendo terceiro mundo, pobres de alma e de espírito, em cima das terras mais ricas do mundo!