O governo brasileiro poderia estar reflorestando as margens das rodovias e, também, as margens das represas utilizadas para a geração de energia elétrica. Os rios, como o São Francisco, deveriam ter, em toda a sua extensão e em ambas as margens, arvoredo de uns 300 m de largura. Há de mister, ainda, o financiamento do governo, para a reposição de florestas nas regiões que foram desmatadas, comprometendo o clima e o regime pluviométrico. Não é que possamos refazer o que havia no passado, porque árvores como a imbuia (quase extintas) levam 700 anos para se tornarem plenas no desenvolvimento; mas, temos o cedro, o jatobá, o angico, o pinheiro araucária (este para as regiões mais frias) que, em 40 ou 50 anos, tornam-se árvores frondosas, apropriadas para o reflorestamento rápido. Isso precisa ser feito e propagado pelo rádio e a televisão, repassando aos alunos nas escolas esse planejamento, para que haja conscientização do que é de extremo valor para o país. A Suécia possue hoje mais florestas do que possuia há cem anos atrás, justamente pela importância que se dá, naquele país, à preservação do meio-ambiente. O Brasil precisa ter um planejamento sério para refazer o utilização do seu espaço-físico.
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